Ambiente de testes – Cluster Windows Server 2008

Olá,
 
As aulas na Impacta continuam. Amanhã é o último dia e hoje estamos vendo como fazer subqueries… tô com sono, isso diz alguma coisa?! Smiley de boca aberta
 
Anyway, recentemente comprei um notebook bacana pra trabalhar e estudar e em breve vou começar a montar um ambiente de testes para o SQL Server. A idéia é ter algumas máquinas virtuais rodando pra simular um ambiente de alta disponibilidade.
 
Pra isso acontecer, pretendo ter nas VMs (Virtual Machines) o Windows Server 2008 R2 instalado, com o SQL Server 2008 R2 também. Vou tentar colocar uma máquina como servidor principal, sendo o repositório dos discos virtuais, e mais duas máquinas sendo os nós de um cluster.
 
Olha, eu nem sei se consigo fazer tudo isso com máquinas virtuais mas vou tentar… rsrs
 
Por enquanto eu tenho de montar ainda as máquinas virtuais pra depois fazer elas se "falarem" e começar a brincadeira. Eu vou postando aqui o que for feito e como ficou o ambiente pra começar a falar de um ambiente de alta disponibilidade e como tratar desse assunto no SQL Server.
 
Voltamos a nos falar em breve.
 
 
Abraços,
Erickson Ricci

Ensino de qualidade, ainda existe?

Olá,

Gostaria de falar um pouco da experiência acadêmica que tive no primeiro semestre deste ano e da experiência que talvez eu tenha daqui pra frente.

No primeiro semestre deste ano eu tive a oportunidade de ministrar aulas na FATEC SBC onde dei as aulas de Algoritmos, Linguagem de Programação I e Modelagem de Bancos de Dados.

Quem puder ter uma experiência destas, tenha, pois é bem bacana. Quando você pensa que está lá para ensinar algo e só, está enganado. Pra mim é difícil dizer quem mais aprendeu com as aulas, se eu ou os alunos. Na FATEC se encontram pessoas de todos os tipos, com conhecimentos diversos e têm de se saber lidar com estas pessoas.

Bem, eu nunca havia dado aulas. Imagina só você entrando numa sala com uns 40 alunos que ficam te olhando, te medindo e avaliando se você sabe ou não o conteúdo que vai ser dado! É punk! O começo foi meio tenso mas com o tempo foi ficando mais à vontade.

Mas isso tudo faz parte da minha experiência pessoal e o que eu quero levantar mesmo aqui pra discutir é a qualidade do ensino prestado de modo geral. Pude perceber que muitos dos professores já tem muito tempo de experiência no mercado de trabalho e no mundo acadêmico (leia-se velhos mesmos… rsrs). A grande maioria tem seus valores quase que como valores absolutos, ou seja, têm dificuldade de aceitar a opinião dos mais jovens.

Outro problema que percebi foi que muitos deles só vivem de dar aula. Não que seja ruim mas o problema acontece quando se fala de dinheiro. Dão aula pra sobreviver e não porque gostam (somente) ou pra tirar um extra que não lhe faça falta se não ganhar. Alguns professores vinham para as aulas extremamente insatisfeitos com seus salários, ou porque deixaram de receber horas de TCC ou qualquer coisa do tipo. Quem pagava o pato eram os alunos.

Vi muitos professores comentando na sala dos professores que o aluno ‘ciclano’ era burro porque não sabia sua matéria, ou que o aluno ‘fulano’ ia ficar de novo na matéria dele, de DP, e que ele, professor, ia ter que aguentar aquele aluno novamente na turma.

Na boa, professor que fala isso tem mais é que ganhar uma miséria mesmo! O cara não tá nem aí em mudar o seu método de ensino. Eles não conseguiam se comunicar na “mesma língua” que os alunos… Eu não sei se fui um bom professor ou não mas o que sempre tentei foi falar na mesma língua que os alunos, literalmente. Falava “mano” mesmo, “é nóis”, e por aí vai … mas sempre mantia o rumo da aula naquilo que eu tinha em mente ensinar.

Atualmente estou participando de um processo seletivo numa renomada escola de informática de São Paulo, na Av. Paulista, e vejo que mudou pouco do que vi na Fatec. A instrutora do curso se esforça para dar uma boa aula mas demonstra facilmente que não possui domínio do assunto falado, que dá a aula pra tirar uma grana porque precisa, tem de fazer pra sobreviver…

Daí deixo a pergunta: Ainda existe ensino de qualidade aqui no Brasil? Mas não venham me dizer que pra quem tem dinheiro isso existe. Estou falando da maioria, que de repente até consegue pagar uma faculdade mas tem de ralar pra conseguir terminar, virando as madrugadas estudando e tendo que ir trabalhar no outro dia com um Put@$%#$ sono… Será que ainda há chance de fazer uma boa faculdade ou curso por aí por um preço justo mas que justifique o conhecimento adquirido?

Fica a mensagem.

Abraços,

Erickson Ricci

Discussões “Pêlo-em-ovo”

Olá,

Hoje passei (novamente) por uma situação que tem me deixado meio chateado… Hoje tive uma discussão “pêlo-em-ovo” com o gerente da minha área.

Opa, calma lá, ‘discussão “pêlo-em-ovo”‘?! WTF?!?

Eu chamo de discussão “pêlo-em-ovo” aquele tipo de discussão que não tem resposta, que não chega a lugar algum, do tipo “Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?”.

Até aí, tudo bem. Quando você quer descontrair, num ambiente APROPRIADO você entra nessas discussões e fica ‘viajando’ sobre o caso…

O problema é que se tratava de um assunto de trabalho. O gerente em questão, que chamarei de SatanGhost, não conseguia entender (ou não queria entender) uma determinada situação que vai ser realizada num projeto de migração de bases de dados.

Para contextualizar um pouco melhor o cenário, imagine um banco de dados. Você vai dividí-lo em dois e essa divisão não terá volta salvo se for feito um backup antes da divisão. A discussão toda foi que, segundo SatanGhost, não teríamos que fazer um backup antes da divisão, que seria possível voltar tudo fazendo um backup depois da divisão.

Resumo da ópera, entramos num loop infinito:

WHILE (@DBA <> @SATANGHOST)

BEGIN

   SET @DBA = ‘Tem que fazer backup antes! Depois que dividir, já era!’;

   SET @SATANGHOST = ‘Não tem que fazer. Você não entende o que eu estou te explicando?’;

END;

Enfim, nós, DBAs, acabamos desistindo de ‘ficar correndo atrás do rabo como cachorro’ e deixamos SatanGhost sair ‘vitoriso’ da conversa. É melhor, deixa rolar, ninguém sai ganhando se insistir na briga.

Se fosse em outra situação, com outros protagonistas, seria mais fácil resolver… Pra criança você daria um pirulito, pra um burrinho ou jeguinho você poderia dar uns capins pra sair do lugar, pra políticos você poderia dar cuecas com dinheiro… mas no nosso caso, não havia o que ser oferecido para mudar a opinião do “ser supremo”.

Pois é. Sobrevivi a mais um dia de trabalho!

Até mais.

Curso Impacta – SQL Módulo I

Olá,
 
Ontem iniciei o curso de SQL Módulo I na Impacta Tecnologia. Hã?! Como um "cara" que se intitula DBA SQL Server vai fazer um curso de SQL Módulo I ???
 
Muito simples! Em breve farei parte do grupo de instrutores da Impacta, ministrando este curso e possivelmente outros de SQL Server. Para isto acontecer, a primeira etapa do processo é participar do curso como ‘aluno’. Pode parecer um pouco massante no início mas é bacana ver como algumas coisas simples se tornar complexas quando se tem que explicar como funciona.
 
A turma está bem diversificada, sendo a maioria de pessoas da área de tecnologia, com pessoas de suporte à desenvolvimento, mas temos também pessoas de áreas diversas com administração, culinária (isso mesmo!) e outros. Está sendo bem interessante perceber nuances da instrutora para explicar rotinas simples como executar um SELECT, ou mesmo criar um banco de dados.
 
Teremos duas semanas de aulas. Vou postando aqui as atualizações e novidades do curso.
Por hora, vimos apenas como criar um banco de dados simples, colocá-lo em uso, criamos uma tabela e inserimos alguns registros. Os comandos para esta sequência simples estão abaixo:
 
— CRIAR BANCO DE DADOS

CREATE DATABASE SQL_AULA;

— COLOCANDO O BANCO DE DADOS EM USO

USE SQL_AULA;

 

— CRIAR UMA TABELA CONTENDO OS CAMPOS CODIGO, NOME, TELEFONE —
— COM O NOME DE CLIENTE

CREATE

TABLE CLIENTE

(

   CODIGO INT,
   NOME VARCHAR(50),
   TELEFONE VARCHAR(14)
);

 
— LISTAR A ESTRUTURA DA TABELA CLIENTE

EXEC

SP_HELP CLIENTE;

 

— INSERIR 1 REGISTRO NA TABELA CLIENTE

INSERT

INTO CLIENTE VALUES (1, ‘Ana Maria’, ‘(11)7958-4655’);

INSERT

INTO CLIENTE VALUES (2, ‘José Carlos’, ‘(11)7648-1957’);

INSERT

INTO CLIENTE VALUES (3, ‘Marcos Vinicius’, ‘(11)4685-7896’);

 

— LISTAR OS REGISTROS DA TABELA CLIENTE

SELECT

* FROM CLIENTE;

 
 

Até a próxima!